
A equipe da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric) realizou uma visita técnica à Associação Abraça, localizada na estrada do Belmont, na zona rural de Porto Velho, onde está sendo implantada uma agroindústria familiar para o beneficiamento da mandioca e a produção de farinha. A iniciativa pretende reunir agricultores familiares que já cultivam a raiz e criar uma estrutura adequada para o processamento e a comercialização do produto.
Segundo o pastor Marcos Verício, membro da associação, o objetivo é transformar a produção em uma oportunidade de renda para as famílias.
“Queremos fortalecer o agricultor e produzir uma farinha de qualidade”,destacou.
A proposta é estruturar uma farinheira familiar que permita aos produtores agregar valor à mandioca cultivada na região. Para isso, a associação busca orientação técnica sobre as condições necessárias ao funcionamento do empreendimento e à futura regularização da atividade.
O prefeito Léo Moraes destacou a importância de apoiar iniciativas que valorizem a produção local e ampliem as oportunidades para os agricultores familiares.

“Estamos trabalhando para fortalecer a agricultura familiar, apoiar quem produz e criar oportunidades para que os produtores rurais ampliem sua renda. Iniciativas como essa valorizam a produção local, incentivam o desenvolvimento econômico e levam mais oportunidades para quem vive no campo”, destacou o prefeito.
A implantação da agroindústria poderá permitir que os agricultores comercializem a mandioca após o processamento, ampliando as possibilidades de aproveitamento da produção e de geração de renda para as famílias envolvidas.
Durante a visita, o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural e Técnicas Agrícolas da Semagric, Herlan Alves Lopes, ressaltou a importância da orientação técnica para que o empreendimento avance de acordo com as exigências estruturais e sanitárias necessárias.

O secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Douglas Bener, destacou que iniciativas como essa contribuem para agregar valor à produção rural e ampliar as possibilidades de comercialização para a agricultura familiar.
“É uma produção que gera renda e fortalece quem vive no campo”, disse.
O acompanhamento técnico busca auxiliar a associação na organização da estrutura produtiva e na identificação das adequações necessárias para que a farinha possa chegar a novos mercados.
A diretora do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), Ana Luzia Souza Barros, explicou que a equipe acompanha o processo para orientar a associação sobre as exigências relacionadas à futura regularização do empreendimento.
“A regularização garante mais segurança e qualidade ao produto”, afirmou.
A adequação das instalações e dos procedimentos de produção é uma etapa importante para que a farinheira possa atender às exigências aplicáveis à atividade e ampliar suas possibilidades de comercialização.
A expectativa da associação é que, após a estruturação e a regularização necessárias, a farinha possa futuramente ser comercializada em supermercados e também fornecida para a alimentação escolar da capital, conforme os requisitos exigidos para cada modalidade de fornecimento.
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Texto:Jean Carla Costa
Foto:Jean Carla Costa
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