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Prefeitura de Petrolina fortalece cuidados com crianças e adolescentes por meio das Unidades de Acolhimento

Em Petrolina, crianças e adolescentes que precisam ser temporariamente afastados da convivência familiar encontram nas Unidades de Acolhimento Lau...

24/09/2026 às 14h36
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Petrolina - PE
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Petrolina - PE
Foto: Reprodução/Prefeitura de Petrolina - PE

Em Petrolina, crianças e adolescentes que precisam ser temporariamente afastados da convivência familiar encontram nas Unidades de Acolhimento Laura Vicunã e Anjo da Guarda espaços de proteção, cuidado e convivência. Mantidas pela Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome, as unidades integram o programa Petrolina Acolhe e atendem crianças e adolescentes de 0 a 18 anos incompletos, em situações que exigem uma medida de proteção, como casos de violência, negligência ou outras circunstâncias que comprometem sua segurança e seus direitos.

O acolhimento institucional é uma medida excepcional e provisória de proteção. Isso significa que a criança ou o adolescente não está sendo punido nem privado de liberdade e que a medida não é adotada simplesmente porque uma família passa por dificuldades financeiras. O objetivo é garantir segurança e direitos quando outras possibilidades de proteção não são suficientes. Em regra, o acolhimento é determinado pelo Poder Judiciário, com a emissão da Guia de Acolhimento. Em situações emergenciais, o Conselho Tutelar pode fazer o encaminhamento, seguindo as providências previstas na legislação.

Durante esse período, a rotina das unidades é organizada para que crianças e adolescentes continuem tendo acesso à escola, saúde, alimentação, convivência e atividades próprias da infância e da adolescência. O atendimento inclui acompanhamento psicológico e outros cuidados de acordo com as necessidades de cada acolhido. Coordenação, assistentes sociais, psicólogos, educadores ou cuidadores e profissionais de apoio participam desse acompanhamento, respeitando a idade, a história e as particularidades de cada um.

A Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome acompanha e coordena a oferta do serviço em articulação com as instituições responsáveis pela execução das unidades. Esse trabalho também envolve o Poder Judiciário, Ministério Público, Conselho Tutelar, CREAS, escolas, unidades de saúde e outros serviços da rede de proteção. Toda a atuação é orientada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pelas normativas do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), com atenção à garantia de direitos e à preservação da convivência familiar e comunitária.

Nas unidades de acolhimento Laura Vicunã e Anjo da Guarda, o cuidado aparece nas coisas que fazem parte de qualquer infância: ir à escola, brincar, fazer uma refeição, cuidar da saúde, conversar, ser ouvido e ter adultos por perto. Enquanto a rede acompanha cada situação e trabalha para definir os próximos passos, as unidades oferecem um ambiente seguro durante um período que pode ser marcado por mudanças e incertezas. É um trabalho que protege no presente sem perder de vista os vínculos, os direitos e as possibilidades de futuro de cada criança e adolescente.

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