
A presença da Guarda Civil Municipal (GCM) pelas ruas Rio Preto tem um papel que vai além da prevenção e do atendimento às ocorrências de segurança pública. Durante o patrulhamento diário, os agentes também podem se deparar com pessoas em situação de sofrimento emocional e que necessitam de atenção, acolhimento e ajuda.
Em situações de possível tentativa de suicídio, a atuação dos guardas civis municipais exige preparo, equilíbrio e sensibilidade. Ao identificar uma pessoa em situação de crise, os agentes procuram estabelecer uma aproximação segura e, por meio do diálogo, oferecer acolhimento e tranquilidade naquele momento de intensa fragilidade.
Nessas circunstâncias, uma conversa pode ser o primeiro passo para interromper uma situação de risco e permitir que a pessoa receba o atendimento adequado. A intervenção dos agentes busca preservar a vida e possibilitar o encaminhamento para a rede de atendimento especializada, como o Hospital Bezerra de Menezes, em casos de surto.
A preparação dos profissionais para esse tipo de ocorrência também é uma preocupação da GCM. Em abril deste ano, guardas civis municipais e alunos do Curso de Formação da GCM participaram de uma palestra sobre Saúde Mental e acolhimento de pessoas em crise psíquica, ministrada pelo coronel Diógenes Munhoz, do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP), referência no atendimento a situações de crise.
A capacitação contribui para que os agentes estejam mais preparados para reconhecer sinais de sofrimento e compreender que determinadas ocorrências exigem, além da técnica operacional, uma abordagem baseada no diálogo, na empatia e no respeito.
Setembro Amarelo
Durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio, a GCM reforça a importância de falar sobre saúde mental e de buscar ajuda diante de situações de sofrimento.
O acolhimento pode fazer diferença. Por isso, pessoas que estejam passando por momentos difíceis ou apresentem pensamentos relacionados ao suicídio devem procurar ajuda profissional e conversar com alguém de confiança.
O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento gratuito e sigiloso pelo telefone 188, 24 horas por dia.
Falar sobre a dor, ouvir sem julgamentos e buscar ajuda são atitudes que podem contribuir para preservar vidas.
Esta iniciativa contempla os itens 3 e 16 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Saúde e Bem-Estar e Paz, Justiça e Instituições Eficazes (16). Conheça a Agenda 2030: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs
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