
Em Sorriso, aprender a tocar um instrumento, subir ao palco, descobrir a dança, experimentar o teatro, desenvolver habilidades artísticas ou conhecer a capoeira pode começar bem perto de casa. É nos polos culturais mantidos pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, que mais de 1,5 mil crianças e adolescentes encontram oportunidades de aprendizado, convivência e desenvolvimento no contraturno escolar.
O programa conta com uma rede de polos distribuídos pelos bairros e distritos do município. Atualmente, a Secretaria atende cerca de 1.500 alunos em 09 polos culturais.
Segundo a secretária Municipal de Cultura, a diversidade de oficinas permite que o aluno encontre uma linguagem com a qual se identifique. A programação inclui balé, violão, capoeira, dança, pintura e desenho, artesanato, bateria, violino, teclado, flauta doce, canto, musicalização, teatro e instrumentos de sopro, entre outras modalidades. Em 2026, os estudantes podem participar de até três oficinas, conforme as opções disponíveis em cada polo. “As atividades culturais contribuem para o desenvolvimento de habilidades que acompanham crianças e adolescentes também fora do ambiente artístico. Disciplina, concentração, criatividade, capacidade de trabalhar em grupo, comunicação, autoestima e senso crítico são estimulados”, disse Marisa.
É uma formação que deixa marcas importantes para toda a vida. “A cultura transforma a realidade de toda a comunidade”, destacou Marisa, ao defender que as oficinas representam investimento direto no desenvolvimento do cidadão, além de promoverem inclusão social, criatividade e novas perspectivas de futuro para crianças e jovens.
As oficinas são realizadas no contraturno escolar, criando uma alternativa para que crianças e adolescentes possam permanecer envolvidos com atividades educativas, artísticas e de convivência depois das aulas.
Em regiões onde famílias enfrentam diferentes desafios sociais, garantir que crianças e adolescentes tenham acesso regular a espaços seguros, acompanhados por profissionais e voltados ao aprendizado é uma forma de ampliar oportunidades e fortalecer a rede de proteção. “A cultura também TEM um papel preventivo mostrando referências positivas e apresentando diferentes caminhos para o futuro”, disse a secretária.
A formação cultural, de acordo com Marisa, não precisa necessariamente formar artistas profissionais. Para alguns, a oficina abre caminho para uma carreira. Para outros, ajuda a descobrir uma paixão, melhora a comunicação, desenvolve confiança ou simplesmente encontra um ambiente onde se sintam seguros.
Como participar
Os pais ou responsáveis interessados em matricular crianças e adolescentes nas oficinas culturais devem procurar diretamente o polo mais próximo, conforme a disponibilidade de vagas e modalidades oferecidas.
Para efetuar a matrícula, é necessário apresentar os documentos pessoais do aluno e, no caso de menores de idade, os documentos do responsável. As inscrições são realizadas diretamente nos polos, conforme a disponibilidade de cada oficina.









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